Tag Archives: Comunicação

106 e-books gratuitos sobre comunicação, mídias sociais e web

5 jan

106 e-books gratuitos sobre comunicação, mídias sociais e web2012 chegou com tudo. Que tal começar o ano colocando a leitura em dia?

O Blog Mídia8! fez uma seleção de e-books gratuitos sobre comunicação, mídias sociais e web. E o melhor: totalmente grátis!

Confira abaixo os livros em português, inglês e espanhol.

Português:

01. Como escrever para a web (Guillermo Franco)
02. O que é o virtual? (Pierre Lévy)
04. Web 2.0: erros e acertos (Paulo Siqueira)
05. Para entender a internet (org. Juliano Spyer)
06. Redes sociais na internet (Raquel Recuero)
07. Televisão e realidade (Itania Gomes)
08. Autor e autoria no cinema e televisão (José Francisco Serafim)
09. Comunicação e mobilidade (André Lemos)
11. Conceitos de comunicação política (org. João Carlos Correia)
13. Informação e persuasão na web (org. Paulo Serra e João Canavilhas)
14. Teoria e crítica do discurso noticioso (João Carlos Correia)
17. O marketing depois de amanhã (Ricardo Cavallini)
19. Grandes Marcas Grandes Negócios (José R. Martins)
20. Relações Públicas digitais (org. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)
21. Ferramentas digitais para jornalistas (Sandra Crucianelli)
30. Retória e mediação II (orgs. Ivone Ferreira e María Cervantes)
32. Comunicação e estranheza (Suzana Morais)
34. Manual da teoria da comunicação (Joaquim Paulo Serra)
35. Estética do digital: cinema e tecnologia (orgs. Manuela Penafria e Mara Martins)
36. Jornalismo digital e terceira geração (org. Suzana Barbosa)
37. Comunicação e ética (Anabela Gradim)
40. Teorias da comunicação (orgs. José Manual Santos e João Correia)
41. Comunicação e poder (org. João Correia)
42. Comunicação e política (org. João Correia)
43. Manual de jornalismo (Anabela Gradim)
44. A informação como utopia (Joaquim Paulo Serra)
45. Jornalismo e espaço público (João Correia)
50. Campos da comunicação (orgs. Antônio Fidalgo e Paulo Serra)
52. Onipresente (Ricardo Cavallini)

Inglês:

01. The new rules os viral marketing (David Meerman Scott)
02. Podcast marketing ebook (Christopher Penn)
03. Social web analytics (Social Web Analytics)
04. Masters of marketing (Starup Internet Marketing)
05. Get viral ger visitors (Stacie MAhoe)
07. The zen of blogging (Hunter Nutall)
08. A primer in social media (Smash Lab)
09. SEO for WordPress blogs (Blizzard Internet)
11. The word of mouth manual – vol. II (Dave Balter)
13. Social media: your organisation and web 2.0 (Trevor Cook e Lee Hopkins)
15. The impact of digital on journalism in Latin America (Guillermo Franco)
16. What matters now (Seth Godin)
17. Red kayaks and hidden gold: citizen journalism (John Kelly)
18. Science and the media (Donald Kennedy e Overholser Ginebra)
19. New media makers (Jan Schaffer´s)

Espanhol:

02. Marketing e comunicación (José Sixto García)
04. Herramientas digitales para periodistas (Sandra Crucianelli)

07. El impacto de las tec. digitales en el periodismo en AL (Guillemro Franco)
08. Inteligencia colectiva (Pierre Lévy)
09. Predicciones para los Social Media 2010 (Marc Cortés)
10. Geekonomía (Hugo Pardo)
11. Manual de periodismo independiente (Deborah Potter)
12. La revolución de la prensa digital (Cuadernos de Comunicación Evoca)
13. Dictadura del diseño (Carlos Carpintero)
14. Quiénes son los YouTubers? (Estudio de usuarios)
15. Comunidades online 2009 (Miguel Cornejo)
16. El modelo de la nueva agencia (diversos autores)
17. Web 2.0 (Antonio Fumero)
18. Más allá de Google (Jorge Juan Fernández)
19. Necesidades de formación para medios digitales(Guillermo Franco)
20. Crónicas argentinas (Juan Pablo Menezes)
21. Nosotros, el medio (Chris Willis e Shayne Bowman)
22. Cómo escribir para la web (Guillermo Franco)
23. Claves del nuevo marketing 2.0 (diversos autores)
24. Lan gran guía de los blogs (Francisco Polo)
25. Periodismo 2.0 (Mark Briggs)
26. Valores y criterios de la BBC (BBC)
27. Glosario básico de internet (Rafael Fernández Calvo)
28. Branding corporativo (Paul Capriotti Peri)
29. Los desafíos del periodismo (Media Matters)
30. 100 BM digital tips (Burson-Marsteller)
31. Comunicación local y nuevos formatos periodísticos en internet
32. La sociedad de control (Jose Alcántara)
33. Publicidad 2.0(Paúl Been)
34. Software libre (Jordi Hernàndez)
35. Movilidad en la Pyme (José Colvée)

Mídias sociais e ONGs

24 out

Atualmente, temos falado do uso do poder das mídias sociais como canais de comunicação, promoção e de fidelização de público para as empresas. As redes sociais na Internet são semelhantes a nossa estrutura social física. Essas redes são compostas por pessoas e organizações que se agrupam por interesses afins, divulgando seus valores, ideias e produtos ou serviços e permitindo a interação das mesmas, através do compartilhamento de textos, fotos, vídeos entre outras informações.

Estas plataformas podem ser bem exploradas pelas organizações não-governamentais (ONGs) como forma de comunicar, captar recursos e atrair pessoas sem ter que investir financeiramente em mídia tradicional.

Mas para isso, é preciso planejar! Não adianta a ONG querer criar perfis em várias mídias sociais e achar que o resto acontece sozinho. O primeiro passo é analisar quais os objetivos da organização – se captar recursos, atrair voluntários, divulgar a causa ou todos, para decidir em quais redes ingressar. Mas é certo que as mais populares são o Twitter, o Facebook e também o Orkut que ainda faz muito sucesso por aqui. Se tiver a possibilidade, a organização pode colocar seus vídeos no Youtube ou Vimeo.

Decidido os pontos acima, o passo seguinte é começar o trabalho de colocar informações e mensagens nos perfis para alcançar os objetivos. Mas não deixe de acompanhar o que está acontecendo nem deixe de responder ao público. O importante é mesmo manter vivo o perfil. Para completar e deixar o perfil da ONG mais atrativo, é interessante publicar artigos de blogs e sites relacionados à causa.

Algumas organizações sabem aproveitar a onda das mídias sociais, entre elas o portal Eusouvoluntário e a AssociaçãoSaúdeCriança que são atuantes em seus perfis.

Dicas para planejar a comunicação

No artigo publicado no site Sociedade Semear, Marcio Zeppelini fala sobre NovasoportunidadesparaONGs e dá algumas dicas para uma ONG que queira entrar nas redes sociais:

1- Dedicar parte do tempo para monitoramento de temas relevantes de discussão em outros blogs e redes sociais, como forma de incrementar o conteúdo do perfil;

2- Providenciar ferramentas estratégicas para engajamento;

3- Criar um meio para construir relacionamentos com stakeholders e comunidade;

4- Promover a rede de contatos e arrecadação de fundos;

5- Facilitar a realização de campanhas de longo alcance e, em alguns casos, de iniciativas focadas;

6- Permitir a difusão em larga escala e a baixo custo, de modo a permitir e incentivar a sua replicabilidade;

7- Alcançar as novas gerações (X e Y) e buscar envolvê-las;

8- Prestar contas e informações adicionais de maneira clara e transparente.

As mídias sociais dão várias possibilidades de uso e têm a vantagem de estarem ao alcance de todos. Este pode ser o “empurrão” que a sua ONG precisa para divulgar o trabalho que realiza e conseguir recursos e voluntários para a causa que defende.

Eeste artigo foi originalmente publicado no Portal Comunifoco, onde sou colunista.

A importância da pesquisa de comunicação para empresas

11 out

Importância da pesquisa de comunicação para empresasTodos sabem que o planejamento é essencial para determinar a comunicação interna da sua empresa. Mas, quantos profissionais aplicam uma pesquisa de comunicação antes de montar um plano estratégico?

A pesquisa de comunicação é uma ferramenta que permite avaliar a comunicação praticada e assim propor mudanças ou melhorias. Ela fornece dados precisos sobre como as pessoas enxergam a empresa, o que elas acham da atual política de comunicação praticada e o que pensam dos canais utilizados. Além disso, a pesquisa pode suscitar sugestões de mudanças e ideias interessantes para a empresa, e servir para realizar ajustes de imagens junto ao público interno.

É certo que desenvolver e aplicar uma pesquisa de comunicação exige tempo e pode ser oneroso, caso a empresa decida contratar um instituto para fazê-lo. Entretanto, existem outras formas e com criatividade é possível desenvolver uma pesquisa que atenda às suas necessidades sem ter que pagar por isso. Existem ferramentas web que permitem a criação e o envio de formulários gratuitamente. No caso de uma empresa de pequeno ou médio porte, podem ser usadas ferramentas como o Google forms.

Ele é prático e permite a formulação de questões abertas e fechadas, oferecendo um resumo das respostas sob a forma de gráficos. Mas é importante dizer que o relatório é simples, sendo necessário colher as informações e criar seu próprio relatório de resultados com as informações que julgar mais importantes.

A pesquisa de comunicação também serve para conhecer a imagem da empresa junto ao público externo, assim como avaliar o impacto da comunicação. Neste caso, o estudo é bem mais amplo e sem pessoal suficiente para analisar os resultados, fica mais difícil fazer pelo Google forms. No entanto, alguns sites oferecem o serviço online de pesquisa e com comparação de preços, é possível conseguir orçamentos interessantes.

As empresas deveriam investir mais em pesquisas de comunicação, já que se bem aplicadas, podem melhorar a comunicação e a imagem da sua empresa, facilitar o fluxo de comunicação entre a empresa e seus diferentes públicos-alvo, diminuir custos com ações ineficientes e gerar mais lucro para a organização.

Os desafios da comunicação no Terceiro Setor

4 out

As organizações do Terceiro Setor têm ganhado cada vez mais destaque na sociedade e espaço na mídia. Entretanto, têm seu poder de ação e de mobilização limitados pela falta de uma estrutura de comunicação profissionalizada.

Este cenário começa a mudar, porque algumas entidades já perceberam a necessidade da implantação de uma comunicação estratégica para estabelecerem relações com seus diversos públicos, ganharem credibilidade e poderem se tornar mais atuantes junto à sociedade. Do mesmo modo, crescem as discussões de que o Terceiro Setor é um mercado promissor para os profissionais de comunicação. O problema é saber se este profissional está preparado para esse nicho e quais são os desafios enfrentados por ele.

Perfil do profissional

Os profissionais de comunicação que trabalham nessas organizações enfrentam a falta de recursos financeiros para o desenvolvimento de projetos de comunicação e a falta de uma formação humanística que o permita entender o outro. Com isso, é preciso que o comunicador seja aberto ao diálogo e use a criatividade, faça experimentações, tenha motivação e um olhar atento para perceber tendências, demandas e desenvolver um bom trabalho na organização para a qual trabalha.

Com o desenvolvimento do Terceiro Setor, percebe-se a necessidade de uma comunicação eficaz, pois esta é importante e garante a divulgação da organização e do trabalho realizado por ela, consolida uma imagem junto à comunidade e cria um relacionamento com seus diferentes públicos. Além disso, no caso das organizações não-governamentais (ONGs) é uma forma de mobilizar as pessoas para participarem de uma causa, bem como prestar contas de suas atividades, demonstrando transparência e ética.

Comunicação mobilizadora

O envolvimento das pessoas que trabalham nas ONGs é muito importante para a construção da identidade corporativa e de uma imagem. Afinal, uma imagem bem trabalhada e difundida, pode atrair mais parcerias, voluntários, doações e, é claro, credibilidade. Mas para isso, é preciso se voltar para o público interno da instituição, perceber como esta é vista por seus funcionários e voluntários e desenvolver um trabalho de conscientização junto a eles. Além da mobilização interna, é preciso se levar em conta a relação com o público beneficiado, doadores e parceiros da instituição para reforçar o vínculo e proporcionar a continuidade das ações da ONG.

O próximo passo seria estabelecer uma relação profissional com a mídia, gerando interesse público e atendendo aos veículos, de acordo com suas características e prazos (imprensa, rádio, TV, Internet).  Esse relacionamento criado pelo comunicador pode fazer da ONG uma constante fonte em sua área de atuação.

Outro ponto importante é o uso da Internet, permitindo às organizações formular estratégias, trocar experiências e lutar por mudanças sociais concretas. Por isso, uma eficiente ferramenta é construção de um site da organização, que deve ser mantido constantemente atualizado com notícias e que contenha o histórico da instituição, sua missão e valores, parceiros e prestações de contas e não se esquecer das mídias sociais que estão em alta e podem ser um excelente canal para estreitar relações, mobilizar o público e conseguir financiamento para a causa.

Há sempre diferentes maneiras de se pensar e fazer comunicação, mas o profissional deve analisar o ambiente em que se encontra, sentir as tendências e tentar novas ferramentas ou ações de comunicação, pois não há uma única forma estabelecida para a comunicação no Terceiro Setor.

Este artigo foi publicado primeiramente no Portal Comunifoco, onde sou colunista.

Jornal mural: esquecido, porém útil

21 set

Ter meios efetivos de comunicação institucional para realizar ações são importantes para toda empresa que quer crescer. São muitos os meios disponíveis e um desses canais é o Jornal Mural, fonte de informações para o público interno. Porém, ele anda meio esquecido pelas empresas, talvez pela chegada das mídias sociais.

Apesar disso, o jornal mural pode ser uma excelente ferramenta direta de comunicação com os colaboradores de sua empresa. Assim, saber utilizá-lo é mostrar inteligência quando o assunto é divulgação e integração dentro dos empreendimentos.

A principal vantagem do mural é o seu baixo custo de produção, principalmente para pequenas empresas, mas ele não deve ser confundido com um simples quadro de avisos, apesar de também trazer comunicados, lista de eventos e aniversários.

Para maior eficácia, o profissional encarregado pela atualização do jornal mural, de preferência um jornalista, deve ficar atento ao planejamento. Pensar na linha editorial e em pautas definidas; formato, compreendido por títulos chamativos, tipos e tamanhos de letras visíveis; textos curtos; fotos e figuras; boa localização; assuntos interessantes e linguagem acessível são alguns dos cuidados na sua exibição.

É importante ter em mente que o mural precisa ser atualizado constantemente e a periodicidade pode variar, de acordo com a relevância do assunto. Além disso, é preciso conhecer o público-alvo e saber quais assuntos são de interesse deles e o que esperam encontrar neste canal de comunicação. Por isso, a contribuição dos funcionários é importante: gera identificação e tem mais chances de ser aceito e de ter conteúdo de qualidade.

Outros detalhes também devem ser pensados como o local de exposição do jornal mural, a divisão das editorias, as cores e, é claro, o nome, detalhes que devem ser adaptados e pensados para cada empresa. Tomando essas precauções, a sua empresa terá um bom veículo de comunicação interno com um custo relativamente muito pequeno.

Reputação sólida como recurso estratégico

30 ago

O recente caso da Zara me fez refletir sobre a importância de se adotar um planejamento que vise o desenvolvimento de uma reputação sólida como recurso estratégico para a empresa. As denúncias sobre as suspeitas de trabalho escravo na produção de roupas para a marca Zara circularam pela Internet e pelas mídias sociais. Vi muitas declarações do gênero: – Nunca mais compro na Zara!

Porém, a repercussão do caso foi menor do que o esperado e não circulou por tanto tempo na Internet, apesar de causar danos à marca. E o porquê disso? Porque a Zara tem boa reputação, construída ao longo de anos junto aos seus públicos. Com isso, antes de condenar, o consumidor decide dar uma segunda chance à empresa.

Assim, percebe-se a importância da construção de uma reputação sólida. Mas como ela é criada? Segundo Paul Argenti¹, uma reputação sólida é criada quando a identidade de uma empresa e sua imagem estão alinhadas. Isso significa que a reputação deve ser pensada estrategicamente, pois é construída ao longo dos anos e deve ser sustentada e defendida através de ações que formem uma identidade única e projetem uma imagem coerente e consistente para o público, já que a reputação está baseada na percepção de todos os públicos da empresa.

E qual o interesse em se ter uma reputação sólida? Uma boa reputação tem implicações estratégicas para uma empresa, porque chama atenção para as características e valores positivos da empresa, aumentando o vínculo com o público interno e externo e atraindo novos investimentos. Além de poder atrair e reter os maiores talentos e ter consumidores mais fiéis à marca.

As constantes mudanças no ambiente de negócios e a rápida circulação de informações na Internet e nas mídias sociais demanda uma maior transparência e ética, exigindo que as empresas pensem na construção e manutenção de reputações mais sólidas. E para conhecer a sua reputação, a empresa deve analisar sua identidade e imagem e fazer pesquisa junto aos diferentes públicos.

Portanto, é imperativo que os gestores fiquem atentos às mudanças do mercado e pensem no planejamento estratégico de forma a integrar as áreas da empresa e que seja coerente com a identidade, valores e práticas da marca.

1. Argenti, Paul. Comunicação Empresarial: a construção da identidade, imagem e reputação. Rio de Janeiro: Campus, 2006.

Facebook e relacionamento com o público

20 ago

Esta semana, o Facebook alcançou 25 milhões de usuários no Brasil. Este número é o dobro do registrado no início do ano e esse ritmo de crescimento não deve cair tão cedo. O aumento é tão expressivo que o país está no “Top 5” – ranking dos países com maior crescimento e número de usuários, apesar do Orkut ainda ter maior número de usuários por aqui.

Mas este crescimento não passou despercebido pela rede social Facebook que oficializou a abertura de um escritório no Brasil até o fim do ano.  A nova filial vai funcionar em São Paulo e será comandada porAlexandre Hohagen, ex-presidente do Google, que assumiu em fevereiro o cargo de vice-presidente do Facebook na América Latina. A equipe local vai dar suporte às empresas e organizações brasileiras a se relacionar com os usuários da rede.

Com crescente número de brasileiros utilizando o Facebook para se conectar não apenas com os amigos, mas com as marcas e causas com as quais se identificam, a rede social proporciona uma ótima combinação de alcance e engajamento para as empresas se relacionarem com o público. É aí que entra o planejamento de mídias sociais.

Facebook, ferramenta de relacionamento

A presença das empresas no Facebook ainda é tímida, mas o cenário está mudando com a aumento de usuários da rede social no Brasil. A criação de um perfil no Facebook é uma boa ferramenta de relacionamento com o público. A página da rede social é uma oportunidade de mostrar a marca, desenvolver campanhas e promoções, gerar discussões e criar vínculos, engajando o público a participar, dar sugestões, criar conteúdo e partilhar.

Mas é preciso lembrar que as mídias sociais são movidas por pessoas, então a gestão dos perfis por alguém habilitado é importante. A presença de um gestor que tenha um nome e uma linguagem acessível facilita a criação de vínculos com o público e possibilita o engajamento do mesmo com a marca. Também é imprescindível que haja abertura e diálogo com os participantes.

Tais ações geram empatia e sinergia do público com a empresa desenvolvendo uma relação de confiança e trazendo novos participantes a se engajarem pela marca. Além, é claro, de reforçar a imagem da empresa e até mesmo de contribuir para minimizar os impactos de uma crise.

Talvez, este seja o momento das empresas voltarem sua atenção para o Facebook e vê-lo como uma oportunidade para novos negócios e para se relacionar com o público.